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APENAS UM CAPÍTULO

  • contosdosidao
  • há 2 dias
  • 3 min de leitura

Eu nasci em um sábado, às 14 horas, no dia 5 de março de 1955, em Porto Alegre, e tenho 71 anos.  Dei um certo trabalho à minha mãe, pois ela havia perdido alguns bebês antes de eu nascer. Frequentei as instituições de ensino mais renomadas da minha cidade, mas nunca fui um modelo exemplar de aluno.


Minha amada mãe trabalhou como costureira e era dona de casa, enquanto meu pai, que era bastante habilidoso, era comerciante. Certa vez, ele diminuiu um pouco o ritmo de trabalho para dedicar mais horas para ajudar nas costuras.


Portanto, aos 12 anos, assumi o lugar do meu pai em seu comércio. Consegui realizar a tarefa. 


Mais tarde, meu pai vendeu o negócio e, aos 15 anos, comecei a voar sozinho. Passei por diversas agências de publicidade.  Passava por elas com louvor e ganhava elogios pelo meu empenho.


A carreira militar despertou meu interesse quando eu tinha 17 anos. Atuei por um ano como soldado e em diversas funções envolvendo veículos militares de pequeno, médio e grande porte. Os oficiais, impressionados com meu desempenho, me promoveram à posição de motorista do comandante. 

Eu já estava me esquecendo disso. Ao ingressar no Exército brasileiro, tive uma conversa com meu irmão mais velho na qual fiz a promessa de que sairia do serviço militar condecorado. Ele deu uma boa gargalhada e comentou que, caso isso acontecesse, ele me daria seu carro. Aceitei de imediato.


Quando deixei as Forças Armadas, tinha o título de melhor soldado.  Recebi medalhas e honrarias de meus superiores. Meu irmão manteve sua promessa e eu recebi o carro. (Azar dele).


Após completar meu ciclo de um ano no Exército, recebi uma orientação do comandante.  Ele me aconselhou a seguir a carreira militar. Por diversas razões, não cheguei a aceitar.


Busquei novos desafios e, surgiu a oportunidade de um novo emprego. Então, aos poucos, fui me desenvolvendo. Fui dono de duas empresas de promoções e eventos, onde aprendi bastante. Experimentei momentos incríveis, incluindo a realização de diversos shows e congressos por todo o Brasil.


Antecedendo esse período, estive casado por uma década, e dessa união nasceram um filho e uma filha que, embora não tenham seguido meus passos profissionais, absorveram todo o meu conhecimento e, sem dúvida, o utilizaram nas áreas em que atuam.


No período, recebi convites para me tornar empresário de diversos artistas renomados e para encarar outras oportunidades profissionais.

Muitas coisas boas aconteceram, assim como algumas que não foram tão interessantes. Sempre caminhei com a cabeça erguida, algo de que me orgulho bastante. E a vida continuou a trazer o desejo de avançar passo a passo.


Desde então, é claro que enfrentei algumas derrotas. Felizmente, sempre consegui ultrapassar essas situações de maneira correta.


Minhas maiores dificuldades de saúde ocorreram quando perdi meus pais, especialmente a minha amada mãe, com quem estive ao seu lado, todos os dias, durante muitos anos, até o seu último suspiro.


Não vou nem devo me aprofundar em outas situações que me magoaram profundamente. Acredito que toda a turbulência um dia chega ao fim.


Hoje, aposentado aos 71 anos, não sou um escritor de nascença, mas escrevo contos e crônicas. São relatos verídicos. E eu tenho certeza de que muitos irão ler esses artigos e as narrativas serão parecidas.


Concluindo de forma parcial a narrativa da minha vida, nunca deixei de lembrar de uma frase que me é útil em diversas situações:


QUEM PLANTA O BEM COLHE O BEM!!!!


Com isso, concluo um capítulo da minha.


Autor: Sidnei Duarte

 
 
 

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